O poeta não vê nada.
Sua mente guarda tantas coisas que diante dele
está a explicação de sua cabeça
O poeta não vê a pedra.
Ele vê a rigidez do caminho, o imutável, a construção.
O poeta não sabe ler, não beija bem, e não tem segurança de si
O poeta é medroso e calado.
Pois se dissesse tudo que pensa, o que sobraria para escrever?
O poeta viaja para todos os lugares, mas eternamente está dentro de si.
Li muitas vezes Fernando Pessoa.
Teve seus heterônimos, viajou, e desde a primeira até a ultima poesia
Não disse nada mais que o que sentia, não perguntou como passavam os outros
Apenas observou.
O poeta morre pela alma.
"Não sei quantas almas tenho. Cada momento mudei, continuamente me estranho, nunca me vi nem me acabei, de tanto ser só tenho alma"
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Eu gostaria que os momentos fossem todos lindos, mas se nao sao, gostaria de pelo menos poder deixar tudo como antes, mas vc entrou na minha vida arrancando toda a minha essencia, e agora vai, e leva contigo tudo que é meu.
Será que quando voce usa uma casa que nao é sua vc a deixa bagunçada?
Devolve meu jeito todo meigo, devolve minha virgindade, devolve minha saúde de antes de ter que cheirar sua fumaça, e so quando a casa estiver pronta, aí sim me deixe partir.
Será que quando voce usa uma casa que nao é sua vc a deixa bagunçada?
Devolve meu jeito todo meigo, devolve minha virgindade, devolve minha saúde de antes de ter que cheirar sua fumaça, e so quando a casa estiver pronta, aí sim me deixe partir.
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